Último desejo de Lázaro Barbosa antes de ser morto pelos policiais é revelado e surpreende a todos

Conhecido como o serial killer de Brasília, Lázaro Barbosa se tornou um dos homens mais procurados pela polícia. Foi necessário uma força tarefa para capturar o mesmo, onde mais de 270 policiais, cães farejadores, helicóptero e drone ajudaram na busca pelo foragido.

Após vinte dias de buscas, Lázaro foi encontrado e depois de uma intensa troca de tiros, acabou sendo alvejado e não resistiu.

No entanto, uma carta encontrada no bolso da jaqueta que o assassino usava, tem surpreendido a todos. Escrita a mão, o papel contem muitas informações e confirma a suspeita da polícia de que Lázaro recebia a ajuda de comparsas para fugir e se esconder.

O documento era direcionado a um colega chamado por ele de ‘Jil’, inicialmente, o assassino revela que houve um confronto com um morador da região e após precisar fugir o caso teve grande repercussão, em seguida ele afirma que havia muitas mentiras, mas que só seria possível esclarecer pessoalmente. “Deu essa p**** aí, olha. Tem um monte de mentira que eu vejo na TV às vezes, mas isso só daria para falar se fosse pessoalmente”.

Em seguida, o criminoso deixa claro que não se entregará.  “Mano, eu não vou me entregar. (…) Eles estão me caçando como casa, v****. Tive dois confrontos com eles, e estou zerado de munição”, diz ele pedindo para que o colega pegue as munições que ele havia deixado em um barraco, oferecendo R$500 para o ele faça o favor.

“Por favor, não me deixa na mão não. (…) Se eu não arrumar comprado eu vou ter que ir atrás e pode morrer mais gente, e isso não pode acontecer. Eu só quero que eles não cheguem perto de mim, são muitos e tão só para me matar”, diz o assassino que possuía extensa ficha criminal.

Vale ressaltar que em alguns trechos da carta, as palavras estão ilegíveis devido ao sangue, entretanto, a grande quantidade de relatos permite que seja feito a compreensão da mesma.

À seguir, leia o conteúdo da carta na íntegra:

Fonte: JornaldeBrasilia



Escrito por italo